“Não se pode conseguir a paz mediante a violência.
Só se pode conquista-la através de compreensão.”
Ralph Waldo Emerson
Mundo Higeia
Bem Vindo a este Mundo!
sábado, 31 de março de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Comunica com as plantas?
![]() |
| imagem retirada net |
Começamos por uma semente, crescemos como planta no útero, absorvendo o alimento diretamente pela nossa “raiz” umbilical.
Iniciamos o nosso germinar dentro da mãe (mater=mãe=matéria), o eterno símbolo da própria Terra.
Na nossa mente plantamos ideias que podem germinar, ganhar raízes, florescer ou murchar, sachamos o que não interessa, cultivamos a boa vontade e colhemos o que semeamos.
Estas expressões acima mostram a nossa semelhança com a “consciência verde” e as ligações psicoespirituais que partilhamos com o mundo das plantas.
Além de parecermo-nos com plantas, também comunicamos com elas.
Existem pessoas que têm dedos verdes, ou seja um talento especial para lidar com plantas que outros não têm.
Isto mostra que algumas pessoas têm efeitos saudáveis nas coisas vivas que os rodeiam, enquanto outros têm influencias toxicas.
Atualmente os alunos que entram no curso de medicina são os que tiveram melhores notas em biologia, físico-química e matemática.
Pergunto-me se estes são os melhores critérios de avaliação, se não haveria outros “talentos”, como a influência pessoal sobre as coisas vivas, como as plantas?
Varias experiencia têm sido feitas e demonstraram que algumas pessoas têm uma ação curativa sobre organismos vivos e que outras não, dependendo das suas intenções mentais.
As culturas indígenas sempre reconheceram isto, assim o Xamã tinha que ter um talento curativo.
Estas pessoas que curam, normalmente curam qualquer coisa viva, as pessoas, os animais, as plantas, por isso a humorista Erma Bombeck disse:
“nunca vás a um médico a quem morreram as plantas do consultório.”
quinta-feira, 29 de março de 2012
Energia Vital
O Paradigma da Medicina Oficial Atual é Materialista ou melhor Mecanicista.
O Paradigma da Naturopatia, da Medicina Tradicional Chinesa, da Homeopatia é Vitalista.
Esta é a Grande diferença entre e a primeira e as segundas.
Mas, o que significa” medicinas Vitalistas”?
Significa que aceitam um conceito muito antigo - o Vitalismo.
O Vitalismo tem a conceção que o corpo físico dos seres vivos é animado e dominado por um princípio imaterial, que damos o nome de FORÇA VITAL.
Esta Força ou Energia Vital que rege a Vida física, integra a totalidade do organismo e rege todos os fenómenos fisiológicos.
O desequilíbrio desta Energia cria manifestações físicas a que chamamos doenças.
Hipócrates acreditava que todos os seres vivos tinham esta Energia Vital, este princípio que opera na manutenção da saúde e tem em si mesmo a possibilidade de cura, logo o médico deveria limitar-se agir como servidor desta energia Natural.
A Medicina Tradicional Chinesa tem o livro mais antigo de Medicina, datado de 500 A.C.. este tratado já mencionava que o corpo humano funcionava devido à presença de “uma energia” – O Chi ou o QI, e que esta se dividia em Yin e Yang, duas polaridades que tinham que se manter em equilíbrio, sem o qual apareceria a doença.
Por palavras diferentes disseram a mesma coisa.
Hahnemann, pai da Homeopatia foi um grande pensador Vitalista, utilizava o termo “Força Vital “, e era sobre esta que os seus medicamentos diluídos e energizados atuavam.
As doenças eram alterações dinâmicas desta “força imaterial”, que se manifesta na nossa maneira de agir e sentir, ou seja as doenças têm uma natureza imaterial (mais uma vez está de acordo com a filosofia chinesa, onde as doenças são alterações à circulação do QI), as suas manifestações físicas ou químicas são as consequências do desequilíbrio da “Energia Vital”.
terça-feira, 27 de março de 2012
O grande tratamento é o “Estilo de Vida”
![]() |
| imagem retirada net |
Fico Feliz quando oiço ou leio um médico falar em Saúde, diz-se que normalmente eles só estudam doenças.
Fico feliz, porque acredito que está a chegar o momento para se desenvolver a Ciência de Saúde.
É hora de olharmos em frente e percebermos, acreditarmos na capacidade que todo o organismo vivo tem para manter a Vida, a Saúde e a possibilidade de recupera-la quando está doente.
A Higiene Natural criada por Higeia, não é uma forma de tratamento, nem uma terapia, é uma ciência de Saúde que adequa e aconselha os FACTORES DE SAUDE necessários a uma boa Vida.
Não se elimina simplesmente os sintomas, estuda-se, procura-se as verdadeiras causas que produzem aqueles desequilíbrios que chamamos doenças.
O grande tratamento ou terapia recomendada é um Estilo de Vida Saudável e Equilibrado, na qual Higeia acreditava ser a única maneira de conseguir uma verdadeira Saúde.
Um estilo de Vida Saudável é recomendado a todos, aos doentes para se recuperarem e aos saudáveis para se manterem.
Ser Saudável é um estado normal do Ser Vivo, bem sei que poucos acreditam nisto, desde de crianças caminhamos para os médicos e para as farmácias, mas ser saudável é tão normal como sermos felizes, até porque um está relacionado com o outro.
A Saúde é o resultado de um funcionamento correto do nosso organismo, por sua vez este depende de uma vida harmoniosa com as Leis Naturais e Cósmicas.
Muito importante perceber é que este Equilíbrio tem de ser orgânico, energético, psicológico, emocional e social, e o somatório do produto destes todos lhe dá a “Sua Vida”, com reflexos na saúde, na família, no trabalho, na escola, nas suas escolhas diárias, na relação consigo e com os outros, etc.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Hoje…não Julgue
![]() |
| imagem retirada net |
Sei e é bem real para mim, que para poder trilhar o Caminho da Evolução do Espirito, Eu não posso Criticar.
Julgar, ter pensamentos preconceituosos, apontar o dedo, sentir menosprezo por atitudes ou ideias, tudo isto cria um ambiente interno pouco seguro, pouco saudável.
Há muito que me dei conta, tanto em mim como noutras pessoas, que aquilo que criticamos é algo que não gostamos em nós mesmos, por isso lhe damos atenção.
Queixamo-nos quando alguém se comporta de maneira negativa, quando na verdade somos nós que estamos a olhar o lado negro das coisas.
Aquilo que mais critico, é ouvir alguém criticar.
Pergunto-me muitas vezes porquê?
Penso que é pelo fato de estar muito presente em mim a não critica, o não julgamento, então quando oiço uma crítica, o meu sinal interno de alerta dispara. Reparem como está errado, este alarme tem de disparar na minha crítica e não na do outro, porque só a nós podemos controlar, autodominizar.
Como nos sentimos quando os nossos pensamentos e conversas têm um tom critico?
À anos atras, quando ouvia criticas, associavas com o fato de serem “verdadeiras” ou “falsas” e continuava a ouvir, a pensar e a falar sobre elas, não levando em conta se me estava a sentir bem ou que sentimentos estava e emitir para os outros.
Hoje…
Bem…hoje, normalmente fujo.
Depois do meu cérebro decifrar a mensagem, o meu estomago “se aperta” e a mente procura a saída.
Se vem pelo diálogo com outra pessoa, tento mudar o assunto, apaziguar a situação mostrando que não vale a pena dar importância, se vem por pensamento interno, dou umas pancadinhas sobre o timo, região no meio do peito, e digo: “então…então, que pensamento é este?”.
Muitas vezes a mente persiste em enviar a mensagem de carga negativa, mas Eu digo, e em voz alta: “não quero e não vou pensar isto, não tem importância, Tudo está certo.”
Quando nos zangamos ou irritamos com alguém devemos ser diretos nos nossos sentimentos, sem destruirmos o nosso auto-respeito e o do outro.
É muito importante não Criticar.
Ao não haver critica, as sementes da Compaixão e da Tolerância crescem, e com elas vemos que no nosso núcleo mais profundo, somos todos espíritos inocentes, puros e perfeitos, mas na superfície todos temos falhas.
Imagine que cada um de nós é uma onda, ás vezes somos ondas calmas, outras bem agitadas.
E o fundo do mar, não é calmo e sereno? Connosco é igual, só precisamos de nos harmonizar com a Natureza e transcendermos a agitação.
Hoje…não julgue…
Madre Tereza de Calcutá disse: “quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las”.
sábado, 24 de março de 2012
Porque dizer “Ser” no lugar de “Deus”?
![]() |
| imagem retirada net |
Por vezes, eu emprego a palavra, mas faço-o com moderação.
Por utilização abusiva, quero dizer que há pessoas que sem nunca terem vislumbrado sequer o reino do sagrado, a vastidão infinita por trás dessa palavra, a usam com grande convicção, como se soubessem do que estão a falar. Ou então, argumentam contra ela, como se soubessem o que estão a negar. Tal utilização abusiva dá origem a crenças absurdas, asserções e ilusões egoístas do género “ o meu ou o nosso Deus é verdadeiro, e o teu Deus é falso”, ou como a famosa afirmação de Nietzsche “Deus está morto”.
A palavra Deus tornou-se um conceito fechado.
No momento em que a palavra é pronunciada, cria-se uma imagem mental, talvez já não a de um velho de barbas brancas, mas ainda assim uma representação mental de alguém ou de alguma coisa exterior a si e sim, é de verdade, quase inevitavelmente alguém ou alguma coisa do sexo masculino.
Nem Deus nem Ser, nem qualquer outro termo conseguem definir ou explicar a inefável realidade por trás destas palavras, pelo que a única questão importante é saber se a palavra em questão o ajuda ou o impede de ter a experiencia d`Aquilo para que ela aponta.
Será que ela aponta para além de si própria, para essa realidade transcendental ou presta-se com demasiada facilidade a não ser mais do que uma ideia na sua cabeça, uma crença, um ídolo mental?
A palavra Ser não explica nada, mas a palavra Deus também não.
Ser, no entanto, tem a vantagem de ser um conceito aberto.
Não reduz o invisível infinito a uma entidade finita.
É impossível formar uma imagem mental da palavra.
Ninguém pode reclamar a propriedade exclusiva do Ser.
Trata-se da sua própria essência, e você tem-lhe acesso imediato ao sentir a sua própria presença, o entendimento de que o Eu sou é anterior a pensar “eu sou isto” ou “eu sou aquilo”.
Por conseguinte, da palavra Ser à experiencia de SER não vai mais do que um pequeno passo.
Palavras de Eckhart Tolle no Poder do Agora
sexta-feira, 23 de março de 2012
A importância dos “Castelos” de areia
![]() |
| imagem retirada net |
Algumas crianças brincam junto ao rio.
Fazem castelos de areia e cada criança defende o seu dizendo que é seu.
Mantêm os castelos bem separados e não admitem enganos sobre os seus donos.
Quando todos os castelos estão acabados, uma criança dá um pontapé no castelo do vizinho e destrói-o completamente. O dono do castelo fica furioso, puxa-lhe os cabelos, esmurra-a e grita:
- Ele destrui o meu castelo! Venham todos ajudar-me a dar-lhe o castigo que merece.
Todos vêm ajuda-lo.
Batem na criança com um pau, e quando cai ao chão, dão-lhe pontapés… depois continuam a brincar com os castelos de areia cada um dizendo:
-Este é meu. Só meu. Afastem-se! Não toquem no meu castelo!
Mas a noite chega, fica escuro e todos querem voltar para casa.
Agora já ninguém se importa com o seu castelo.
Uma criança dá um pontapé no seu, outra destrói-o com ambas a mãos.
Depois voltando-lhes as costas, regressam a casa.
Excerto de Yogacara Bhumi Sutra
Subscrever:
Comentários (Atom)





